Carvalho, A.A. (2007). A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal. In F. Costa, H. Peralta & S. Viseu (eds), As Tic em Educação em Portugal. Porto: Porto Editora, 299-327.
Actualmente existem muitos recursos na Web que podem ser rentabilizados no processo de ensino e aprendizagem, como é o caso das webquests. Estas apesar de terem surgido há pouco mais de uma década têm sofrido evolução, não só em termos de nomenclatura dos seus componentes, mas também em termos de orientações sobre como conceber e avaliar a tarefa e sobre como estruturar o processo (Carvalho, 2007). O texto apresenta três fases na evolução dos componentes das webquests, sendo a segunda em que Dodge (1998) retira da lista dos componentes as orientações, inverte a ordem dos recursos e do processo e introduz a avaliação, aquela que conduziu a um modelo de webquest que mais se popularizou.
É destacada a integração da webquest na formação inicial e contínua de professores não só pelo facto da construção da webquest implicar algum conhecimento na área da tecnologia, mas também por implicar a pesquisa de recursos online e a necessidade de perspectivar a aprendizagem como um desafio.
Apesar de actualmente termos muita informação online sobre webquests, penso que deveria haver mais oferta em termos de formação contínua para professores nesta área. Pois parece-me que apesar das suas potencialidades, a webquest é pouco utilizada na prática lectiva.
São dados a conhecer estudos que abordam a integração da webquest no ensino. O conhecimento dos resultados de estudos deste tipo fornece informações sobre aspectos importantes como:
- o papel do professor durante a resolução da webquest;
- o papel do aluno na resolução da webquest;
- as dificuldades sentidas pelos alunos na realização da actividade;
- a importância de apresentar o trabalho à turma no final.
É destacada a integração da webquest na formação inicial e contínua de professores não só pelo facto da construção da webquest implicar algum conhecimento na área da tecnologia, mas também por implicar a pesquisa de recursos online e a necessidade de perspectivar a aprendizagem como um desafio.
Apesar de actualmente termos muita informação online sobre webquests, penso que deveria haver mais oferta em termos de formação contínua para professores nesta área. Pois parece-me que apesar das suas potencialidades, a webquest é pouco utilizada na prática lectiva.
São dados a conhecer estudos que abordam a integração da webquest no ensino. O conhecimento dos resultados de estudos deste tipo fornece informações sobre aspectos importantes como:
- o papel do professor durante a resolução da webquest;
- o papel do aluno na resolução da webquest;
- as dificuldades sentidas pelos alunos na realização da actividade;
- a importância de apresentar o trabalho à turma no final.
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